O Ministério Público Federal (MPF) reúne em uma página dados estatísticos e representações sobre violência política de gênero. O material inclui um painel e casos encaminhados pelo Grupo de Trabalho de Prevenção e Combate à Violência Política de Gênero da Procuradoria-Geral Eleitoral.
Segundo a página do MPF, o painel foi elaborado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em parceria com a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). Ele apresenta processos autuados na Justiça Eleitoral com o assunto “Violência Política de Gênero” e casos acompanhados pelo grupo de trabalho.
A relação de representações registra encaminhamentos de 16 de dezembro de 2021 a 27 de outubro de 2026, em locais como Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. Os casos envolvem, entre outras pessoas, vereadoras, deputadas, senadoras e candidatas.
A página informa que foi publicada em 9 de fevereiro de 2026 e atualizada em 27 de outubro do mesmo ano. O conteúdo organiza o painel e os registros por casos e datas de encaminhamento, com localidades indicadas para cada representação.
Painel estatístico sobre processos e casos acompanhados
O painel distingue registros autuados na Justiça Eleitoral daqueles acompanhados pelo Grupo de Trabalho de Prevenção e Combate à Violência Política de Gênero da Procuradoria-Geral Eleitoral. A primeira categoria é identificada pelo assunto “Violência Política de Gênero”; a segunda reúne casos monitorados pelo grupo.
Segundo a página do Ministério Público Federal (MPF), a elaboração do painel foi feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em parceria com a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). Os dados, portanto, apresentam duas formas de acompanhamento relacionadas à violência política de gênero, sem que a página as trate como uma única categoria.
O painel está disponível na área dedicada às representações e aos dados estatísticos do grupo de trabalho. A página não informa, no texto apresentado, um total de processos ou de casos acompanhados; esses números são consultados diretamente na ferramenta estatística.
Representações encaminhadas em 2026
Os registros de 2026 incluem encaminhamentos sobre parlamentares e candidatas em diferentes localidades. Em 27 de outubro de 2026, por exemplo, foi enviado o caso de uma deputada federal em Brasília, identificado pelas iniciais C.F.
Entre os encaminhamentos de setembro, constam o caso de uma candidata a deputada estadual em Ouricuri, enviado em 24 de setembro, e o de uma deputada federal candidata à reeleição em Cachoeiro do Itapemirim, em 21 de setembro. A relação também registra, em 14 de setembro, uma candidata ao cargo de suplente de senadora em Jaraguá do Sul.
Em agosto, foram listados casos de uma candidata ao Senado Federal em São Paulo, encaminhado em 18 de agosto, e de reiteração de discurso com linguagem sexualizada e degradante em relação ao gênero feminino, enviado em Brasília em 12 de agosto. Já em julho, aparecem dois registros relacionados a ataques ao sistema democrático, um em Brasília e outro em São Paulo.
A lista de 2026 também reúne casos de vereadoras e deputadas federais. Entre os encaminhamentos anteriores estão o de uma vereadora em Santa Maria, em 25 de março, e o de uma deputada federal em Brasília, em 13 de março; em janeiro, consta um caso de vereadora em Penha, enviado no dia 5.
Casos registrados entre 2024 e 2025
Em 2025, a relação inclui casos de vereadoras em Curitiba, Goiânia e Colinas do Tocantins, encaminhados entre março e maio. O registro de uma candidata em Três Ranchos, em Goiás, foi enviado em 28 de fevereiro de 2025.
Também em 2025, o MPF lista o caso de uma deputada federal em Brasília, encaminhado em 9 de junho. Em 2024, há registros envolvendo uma deputada federal candidata a prefeita em Natal, enviado em 25 de outubro, e uma vereadora em Iranduba, no Amazonas, em 21 de outubro.
Os encaminhamentos de outubro de 2024 incluem ainda casos de uma deputada federal em Brasília e de candidatas a vice-prefeita em Quixelô e Porto Velho. A página registra também representações relativas a vereadoras e candidatas em diferentes municípios, entre elas um caso enviado de Caucaia, no Ceará, em 19 de agosto.
Representações encaminhadas em 2023
Os casos listados em 2023 abrangem deputadas federais e estaduais, vereadoras e outras representantes. Em Belo Horizonte, por exemplo, foram encaminhados registros envolvendo uma deputada estadual em 21 de novembro e uma deputada federal em 13 de novembro.
Em agosto, a página relaciona casos de parlamentares em Brasília, no Rio de Janeiro, em Recife e em Taubaté. Há ainda um registro enviado à Bahia em 18 de agosto, referente à coordenadora nacional da Articulação de Quilombos (CONAQ), e outro sobre uma deputada estadual em Nova Friburgo, encaminhado em 14 de agosto.
Entre os encaminhamentos de maio e abril estão casos de uma deputada federal em Brasília, enviados em 9 e 24 de maio, e de deputadas estaduais em Belo Horizonte, em 2 de maio, e no Rio de Janeiro, em 1º de abril. A relação também registra, em 19 de março, um caso de senadora no Mato Grosso do Sul.
Casos listados entre 2021 e 2022
Os registros de 2022 incluem casos de vereadoras em várias cidades e de parlamentares estaduais e federais. Em março, foram encaminhados casos de uma deputada federal em Boa Vista, em 23 de março, de uma prefeita em Sant’Ana do Livramento, em 14 de março, e de uma vereadora em São Paulo, em 10 de março.
Em junho de 2022, a lista reúne casos de vereadoras em Alagoinhas, Niterói e São Caetano do Sul, além de uma deputada estadual no Rio de Janeiro. Já em agosto, aparece o encaminhamento de um caso de deputada federal em Brasília, no dia 1º.
O registro mais antigo apresentado na relação é de uma deputada federal em São Paulo, encaminhado em 16 de dezembro de 2021. Em 2022, a página também lista casos de vereadoras em Aparecida de Goiânia, Curitiba e Limeira, enviados entre fevereiro e março.


