Comitê Gestor do IBS define nomes para comissões, veja lista

Contexto da Criação das Comissões

No dia 12 de março de 2026, o presidente do Comitê Gestor do IBS, Flávio César de Oliveira, divulgou uma lista com os nomes dos integrantes das comissões temporárias que auxiliarão na formação do órgão. Essa iniciativa ocorre em um momento crítico, onde o comitê está implementando uma nova estrutura interna antes da definição das diretorias permanentes. As comissões foram criadas com o objetivo de facilitar a organização e a implementação do novo imposto resultante da reforma tributária.

Quem São os Indicados das Comissões?

Os indicados para as comissões são parte de uma seleção que cobre diversas frentes de atuação. As nomeações englobam profissionais de diferentes municípios e estados, com experiência nas áreas necessárias. Isso reflete uma tentativa de garantir que as vozes de várias regiões do Brasil sejam ouvidas no processo de estruturação do Comitê Gestor do IBS.

Estratégia do Comitê Gestor do IBS

A estratégia do Comitê Gestor do IBS é estabelecer um funcionamento organizado e eficaz desde o início de suas atividades. Para isso, foram aprovadas a criação de seis comissões: administrativa, jurídica, do regimento interno, do regulamento do IBS, operacional e do tesouro. O intuito é que esses grupos ajudem a definir diretrizes e práticas que serão essenciais para a governança futura do IBS.

Como Funcionam as Comissões Temporárias

As comissões temporárias têm um papel crucial neste estágio inicial. Elas funcionarão até que as diretorias permanentes sejam definidas, propondo e discutindo as diretrizes que regerão o funcionamento do IBS. Cada comissão terá focos distintos, permitindo um trabalho mais eficiente e especializado. Os participantes são escolhidos com base em sua experiência e representam uma diversidade geográfica e institucional.

Importância das Comissões para a Estruturação

Essas comissões são vitais para garantir que as decisões a serem tomados sejam bem fundamentadas e representem as necessidades de toda a comunidade. A inclusão de membros de diferentes localidades e com distintas trajetórias profissionais enriquece o debate e assegura que múltiplas perspectivas sejam consideradas nas deliberações. Além disso, essas comissões são essenciais para a implementação inicial do novo imposto, ajudando a moldar sua operação.

A Comissão Administrativa: Responsabilidades e Indicados

A Comissão Administrativa é responsável por estabelecer as práticas administrativas dentro do IBS. Abaixo estão os indicados para essa comissão:

  • Ana Paula Soares Simonelli, de Itaboraí (RJ)
  • Brunna Gobbi, de Itumbiara (GO)
  • Felipe Ribeiro de Souza, de São Pedro da Aldeia (RJ)
  • Gustavo Vargas, de Guapimirim (RJ)
  • Luiz Henrique Martins Rocha Torres, de Ilhéus (BA)
  • Thiago Rubio Salvioni, de São Paulo (SP)
  • Silvana Alves de Sousa, de Salvador (BA)
  • Jubevan Caldas, de Campina Grande (PB)
  • Guilherme Bergamini Scheer, de Curitiba (PR)
  • Diogo de Oliveira Quero, de Fortaleza (CE)

Esses profissionais foram selecionados para desempenhar funções que incluem a gestão de recursos e a supervisão das operações diárias do comitê.

Comissão Jurídica: Nomes e Funções

A Comissão Jurídica terá a tarefa de assegurar que todas as ações do IBS estejam em consonância com as legislações vigentes. Ela conta com os seguintes integrantes:



  • Carlos Renato Cunha, de Londrina (PR)
  • Carolina Silva Campos, de Brodowski (SP)
  • Katlen Rose Sales Osorio, de Macaé (SP)
  • Davi Fernandes de Oliveira, de Maceió (AL)
  • Ritieri Danilo Brabo, de São José do Rio Preto (SP)
  • Pedro Leonardo Summers Caymmi, de Salvador (BA)
  • José Marcos Sequeira de Cerqueira, de São Paulo (SP)
  • Karoline da Silva, de Florianópolis (SC)
  • Richard Wagner Freire dos Santos, de Curitiba (PR)
  • João Lauro Monteiro Cavalcanti, de Fortaleza (CE)

Essa comissão é fundamental para avaliar os aspectos legais das diretrizes que serão definidas, garantindo que tudo ocorra de forma adequada.

Regimento Interno e Seus Indicados

A Comissão do Regimento Interno é encarregada de elaborar e revisar as normas internas de funcionamento do Comitê. Os integrantes desta comissão incluem:

  • Leonardo Godói Sai, de Japeri (RJ)
  • Luiz Henrique Martins Rocha Torres, de Ilhéus (BA)
  • Jonas Capre Gonçalves, de Chapecó (SC)
  • Gustavo Vargas, de Guapimirim (RJ)
  • Miqueas Libório de Jesus, de Joinville (SC)
  • Victor Teixeira de Albuquerque, de São Paulo (SP)
  • Carlos Mauro Naylor, de Niterói (RJ)
  • Fernando Miguez Bastos da Silva, do Rio de Janeiro (RJ)
  • Luis Ricardo Campos Lemos, de Campinas (SP)
  • Karliley Karla Capucho, de Manaus (AM)

A definição do regimento interno é crucial, pois ditará como o comitê se organizará e funcionará na prática.

Aspectos do Regulamento do IBS

A Comissão do Regulamento do IBS será responsável por discutir e determinar as normas operacionais específicas do imposto em questão. Essa comissão é bastante representativa e inclui:

  • Miqueas Libório de Jesus
  • Jonas Capre Gonçalves
  • Rogério Sobral de Oliveira
  • Leonardo Godói Sia
  • Ana Paula Soares Simonelli
  • Diego Araújo
  • Ênio José Vichroski
  • Nilson Grossi
  • Brunna Gobbi
  • Ulysses Freitas Pessanha Arêas
  • José Alberto Oliveira Macedo
  • Yuri Souza Alves
  • Marcelo de Oliveira
  • Marcelo Maluche
  • César Yukio Saito
  • Adriano de Andrade Manzeppe
  • Francisco José Gomes
  • Fabrício Dameda
  • Roberto Melo Albuquerque
  • Mário Andrade Borges
  • Rodrigo Coelho Moya Gomes
  • Felipe Ribeiro de Souza
  • Íkaro Saraiva Siqueira
  • Cristina Portugal Marques Ferreira Galo
  • Paulo Tsalikis
  • Isabella de Castro Agra Pereira
  • Edinaldo Rossi

Esta comissão é responsável por assegurar que as normas operacionais atendam às necessidades locais e nacionais, promovendo uma regulamentação que seja eficaz e justa.

Expectativas para o Futuro do IBS

O Comitê Gestor do IBS está se estruturando para enfrentar os desafios que virão com a implementação do novo imposto. As expectativas são altas, tanto em relação à eficiência da gestão quanto à capacidade de promover uma melhor arrecadação e distribuição de receitas. Com as comissões temporárias ativas, espera-se que os trabalhos avancem rapidamente, com resultados tangíveis a curto prazo.

Além disso, a participação ativa dos profissionais selecionados nas comissões pode trazer inovações e melhorias na forma como o imposto será gerido, garantindo que a transição para o novo modelo tributário seja tão suave quanto possível. Isso não só beneficiará os gestores e contribuintes, mas também reforçará a confiança na administração tributária do país.



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